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CIDADES - OS CAMINHOS TURÍSTICOS DE GOIÁS

Monte Alegre de Goiás


HISTÓRIA DA CIDADE

Monte Alegre de Goiás foi fundada como as demais cidades antigas de Goiás, exclusivamente sob a exploração de garimpo de ouro, por volta de 1769, no local conhecido como Morro do Chapéu. Nesta época, foi erguida uma igreja dedicada a Santo Antônio, origem do nome dado ao povoado, Santo Antônio do Morro do Chapéu.



Igreja Matriz - Santo Antônio




Morro do Chapéu


Ignora-se, entretanto, quando efetivamente chegaram os primeiros imigrantes para a exploração de garimpo de ouro no munícipio. Sabe-se apenas que sua origem teve por base a mineração aurífera. Dizem que os bandeirantes trouxeram, para o trabalho, aproximadamente 1.800 negros escravos. Conforme dados em arquivo, o Arraial Monte Alegre foi elevado à categoria de Vila, no Governo Provincial de Antônio Cícero de Assis, em 1876.
Com a divisão administrativa do Brasil em 1911, o munícipio de Chapéu compunha-se de dois distritos: Campos Belos e sede. A partir de janeiro de 1957, o munícipio de Chapéu passou a denominar-se Monte Alegre de Goiás. Segundo reza a lenda regional, o nome primitivo de Chapéu foi dado à localidade por ter sido encontrado nas imediações de um grande morro, um chapéu que diz ter pertencido a determinado garimpeiro devorado por um tigre. Há também outra versão, de que o mesmo nome tenha sido originado de um morro vizinho à localidade que tem a forma de um chapéu.

História e Cultura Quilombola



Em nosso contexto nacional que envolve o desenvolvimento do Estado de Goiás, os quilombolas aparece com expressão, primeiramente, por volta do século XVII, junto as bandeiras colonizadoras, conforme o movimento minerador do ciclo do ouro e mais tarde o movimento dos mineiros e baianos, em busca de terra para o plantio e criação de animais de grande porte, como gados.Segundo BAIOCHI,1983, neste aspecto o negro teve e importante papel na formação étnica e sócio-econômica do Estado de Goiás, sendo um elemento principal da colonização do vasto território goiano, com seu trabalho nas minas, abarrotando os cofres da coroa, permitindo a abastança dos senhores e deitava na terra as sementes da subsistência do homem, implantando a lavoura de subsistência, que mais tarde florescia.

CARACTERÍSTICAS

É um grande atrativo cultural localizado no interior de Goiás.

TURISMO

Cidade rica em Histórias e Tradições Folclóricas

Monte alegre de Goiás é um município rico em diversidade cultural e biográfica, tendo como base atrativa a hospitalidade de seu povo que com simplicidade e carinho apresenta as riquezas culturais distribuídas em todo nosso município, em suas festas tradicionais, expressões religiosa, expressões afro-brasileira (quilombos kalungas).

Resumo:

Principais Pontos Turísticos

Morro do Chapéu

Águas Termais Lagoa das Contendas

Cachoeiras; Caximgó; Eng. Velho; Basílio(Kalungas); Sucuri
Comunidade dos Kalungas




Praias; Rio Branco (kalungas); Rio Bezerra; Rio Paranã

Rochas Sedimentarias(rastros de animais em pedra e grutas)

Mirante




Para quem ainda não conhece na FAZENDA LARGAS DO SUMIDOURO tem um Lago de Imensa beleza que podemos chamar de LAGOA AZUL


Lagoa Azul - Obs: A Lagoa fica dentro de uma propriedade particular, é necessária autorização para visitá-la.











A FAZENDA SUMIDOURO E SUAS LARGAS FORAM VISITADAS PELO EMINENTE BOTÂNICO AUSTRÍACO EMMANUEL POHL, EM 1816. É UMA FAZENDA HISTÓRICA DE MUITOS ATRATIVOS NATURAIS. AINDA NÃO POSSUI RECEPTIVO APROPRIADO PARA TURISTAS.




“Sitio Histórico e Patrimônio Cultural Kalunga”, abriga 05 (cinco) núcleos principais:


Contenda
Kalunga
Vão das Almas
Vão do Moleque
Ribeirão dos bois

Os cinco núcleos principais, que formam o território dos Kalunga subdividem-se em quase uma centena de “agrupamentos” com denominações locais: Contenda, Barra, Saco Grande, Tinquizal, Boa sorte, Bom Jardim, Areia São Pedro, etc., localizadas no município de Monte Alegre de Goiás.



O que significa calunga ou kalunga?

Calunga ou Kalunga é o nome atribuído a descendentes de escravos fugidos e libertos das minas de ouro do Brasil central que formaram comunidades auto-suficientes e viveram mais de duzentos anos isolados em regiões remotas, próximas à Chapada dos Veadeiros. São três comunidades, nos municípios de Cavalcante, Teresina de Goiás e Monte Alegre de Goiás.
A mais populosa comunidade está situada no município de Cavalcante, com pouco mais de duas mil pessoas, distribuídas nas localidades do Engenho II, Prata, Vão do Moleque e Vão das Almas, sendo esta última a mais recente a se integrar no seio do município (cerca de trinta anos).
Mais recentemente alguns estudos têm indicado a presença de calungas também em regiões do Tocantins, nos arredores de Natividade e regiões isoladas do Jalapão.
Durante todo este período, houve miscigenações com índios, posseiros, fazendeiros brancos, e também forte influência de padres católicos, dando lugar a uma cultura hibridizada, característica que se manifesta na alimentação e no forte sincretismo religioso da mistura do catolicismo e de ritos africanos.

A expressão também significa “Tudo de bom” em dialeto banto africano.


O que são os quilombolas?


Quilombolas é designação comum aos escravos refugiados em quilombos, ou descendentes de escravos negros cujos antepassados no período da escravidão fugiram dos engenhos de cana-de-açúcar, fazendas e pequenas propriedades onde executavam diversos trabalhos braçais para formar pequenos vilarejos chamados de quilombos.
Mais de duas mil comunidades quilombolas espalhadas pelo território brasileiro mantêm-se vivas e atuantes, lutando pelo direito de propriedade de suas terras consagrado pela Constituição Federal desde 1988.


Fonte: sites: www.cidadedegoias.com.br
http://www.ferias.tur.br
foto da igreja: blog: donajoaquinapinheiro.blogspot.com

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BURITI ALEGRE

O “Lago das Brisas”, em Buriti Alegre, preserva uma riqueza inigualável: Ilhas repletas de fauna de flora típicas da região Centro –Oeste, tornou-se um paraíso natural que começa a ser descoberto por grandes levas de turistas. Local ideal para a prática de esportes aquáticos. Buriti Alegre reúne ao prazer pela aventura a imponência das águas e a tranqüilidade do campo.
O mesmo acaso que nos ficar distantes do mar nos deu, de presente, uma quantidade imensa de água pura, cristalina, e tratou de cercar estas águas com o que há de mais vivo e emocionante na natureza. Assim, é Buriti Alegre. Por capricho dos deuses, há uma vastidão de águas.
Por outro lado, todos os dias, nos mais distantes rincões do município, sua gente dá mostras de sua Fé e tradição. E o significado disso é mais do que brincadeiras de danças. É a marca de um povo que acredita e tem esperanças em um tempo novo. Todos os dias, cultura do povo burutialegrense faz-se viva, preservada e perpétua, juntamente com a força de seu folclore. Um orgulho a mais para quem ali vive.
O município de Buriti Alegre reúne em um mesmo espaço geográfico tradição e modernidade, aliando valores culturais e rápido crescimento, caracterizando-se como excelente pólo de investimentos para empresários interessados não só nos setores de turismo como no de industrialização de produtos agropecuários.
Buriti Alegre é uma comunidade que sempre teve representantes ilustres e sempre foi uma comunidade que contribuiu para o desenvolvimento do Estado. Dessa forma, ela sempre estará dentro da história do Estado de Goiás.

LOCALIZAÇÃO:
BURITI ALEGRE SE LOCALIZA NA MARGEM DIREITA DO CORUMBÁ, NA REGIÃO GEO-ECONÔMICA DO RIO MEIA PONTE. DISTÂNCIA GOIÂNIA A BURITI ALEGRE 196 km ACESSO
BR-153 GO-210 (26 KM DE RODOVIA PAVIMENTADA)
Andrelina Covolo



Foto:Site Buriti

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ALVORADA DO NORTE - GOIÁS


Alvorada do Norte encontra-se no leito da BR-020, caminho natural para quem vai de carro do Centro-Oeste para o Nordeste do país.
Além disso, a cidade ganhou importância por estar no cruzamento de asfalto que interliga a Área de Proteção Ambiental das Nascentes do Rio Vermelho, Área de Proteção Ambiental da Serra Geral e o Parque Estadual de Terra Ronca, mais ao norte.

As belas serras que cruzam a região oferecem, aos turistas e viajantes, um belo visual, o que vem despertando, em muitos, o interesse de parar na cidade e conhecer um pouco mais a beleza do Vale e os ares da Serra.

Alvorada do Norte está próxima ao maior parque espeleológico da América Latina, o Parque Estadual de Terra Ronca. A beleza das cavernas da região chega ao município vizinho de Mambaí, que possui mais de 107 cavernas catalogadas, incluindo a maior da América Latina, com 7 km de extensão. Além das cavernas, várias cachoeiras, corredeiras e trilhas caracterizam a região das duas cidades como boa para a prática de esporte de aventura. Um passeio por trilhas da Serra e dos rios pode ser uma ótima opção para as agências de turismo oferecer aos visitantes. Os aventureiros agradecem, e a economia também.







Festas do povo Paranã

As festas de Alvorada do Norte também atraem muitas pessoas de outras cidades da região e, principalmente, de Brasília.

Em Alvorada do Norte, a principal festa é da Padroeira, Nossa Senhora da Guia, que acontece sempre no terceiro domingo de setembro. Em Alvoradinha, a igreja Católica comemora a festa de São José no dia 1o de maio. Também existem Folias, catiras e festas juninas.

Uma tradição na cidade de Alvorada do Norte é subir a Serra Geral, a pé, até a imagem do Cristo, para cumprir promessas.

No dia da Santa Luzia, comemorado em 13 de dezembro, os moradores colocam velas acessas nas janelas. A época de São João das fogueiras também é comemorada com muito foguetório.
Festividades Oficiais

Desde 2001 a prefeitura municipal de Alvorada do Norte realiza as festividades do carnaval de rua realizadas na Praia do Rio Corrente, atraindo foliões das cidades circunvizinhas e também das cidades de Goiânia, Brasília e Formosa.

Com a inauguração da Praia do Rio Corrente no ano de 2002 a festividade de aniversário da Emancipação Política e Administrativa de Alvorada do Norte é comemorada no mês de outubro, quando é realizado o carnaval fora de época, popularmente conhecido como Alvorada Folia. Essa festa vem atraindo milhares de pessoas de toda a região, tornando-se a principal festa oficial do município de Alvorada do Norte.

Fonte: matéria/fotos: site da prefeitura de Alvorada
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COLINAS DO SUL

           Para quem curte o ecoturismo, Colinas do Sul é a nova opção em Goiás. Ali, a natureza caprichou nas milenares paisagens caprichosas e exuberantes, onde são guardados segredos esculpidos pelo tempo. Existe em Colinas do Sul uma riqueza que encanta os turistas e orgulha os goianos. A cidade já até recebeu um troféu da Unesco pela preservação da reserva biosférica. A Secretaria de Turismo e Meio Ambiente proporcionou todo incentivo ao turista, tendo dotado a cidade de toda infra-estrutura que oferece todos os recursos possíveis ao visitante.
          O turista dispõe de ótimas pousadas, restaurantes, guias e serviços. Colinas do Sul se destaca ainda pelas suas festas tradicionais, como a Caçada da Rainha e o encontro de catireiros, realizado anualmente sempre no segundo fim de semana de julho.
          Entre suas belezas naturais são procurados as cachoeiras, águas termais, lago Serra da Mesa com sua estrutura para esportes náuticos e pescaria. Os recursos hídricos foram privilegiados pela natureza com uma riqueza incomum de variedades de correntes de águas cristalinas. A vegetação é exuberante e preservada, especialmente nas linhas limítrofes com o Parque Nacional dos Veadeiros. Enfim, há muitas belezas para o turista apreciar.
LOCALIZAÇÃO
Colinas do Sul, a 480 quilômetros de Goiânia e 270 de Brasília, está localizada entre a Chapada dos Veadeiros e o Lago de Serra da Mesa, no nordeste goiano. Ao norte, limita-se com o município de Niquelândia, ao leste com Campinaçu e Minaçu. Ao  oeste com Alto Paraíso.
 Andrelina Covolo
Fotos:Togim, Site Panoramio, Blog de colinas do sul
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PIRENÓPOLIS


A Cidade dos Pireneus.



Uma cidade histórica, uma das primeiras do estado de Goiás, Pirenópolis é abraçada pela serra que deu origem ao seu nome, com montanhas cobertas pela raríssima vegetação de cerrado rupestre, natureza exuberante, formações rochosas, nascentes e dezenas de cachoeiras.


Segundo a tradição local, a serra recebeu o nome de Pireneus por haver na região imigrante espanhóis, que por saudosismo ou por encontrar alguma semelhança com a cadeia de montanhas situada entre Espanha e França deu então o mesmo nome a esta serra goiana.
É a terra das Cavalhadas, da Festa do Divino Espírito Santo, de Veiga Vale, de altares barrocos e das pedras de quartzito.
Toda cidade tem história.

Pirenópolis tem primazias: foi à primeira cidade a possuir obras sacras, a primeira biblioteca e o primeiro cinema do estado. Destacou-se na música goiana, graças ao surgimento de grandes maestros, e também da imprensa de Goiás – nela foi impresso o primeiro jornal do Centro Oeste, denominado Matutina Meiapontense.
É reconhecida como berço da cultura goiana e já foi considerada a Atenas de Goiás!
Nasceu com o nome de Minas de Nossa Senhora do Rosário de Meia Ponte, fundada em 1727 pelo português minerador Manoel Rodrigues Tomar. Tornou-se vila em 1832, cidade em 1853, Pirenópolis em 1890.
Importante centro urbano dos séculos XVIII e XIX, com mineração de ouro, comércio e agricultura, ficou isolada durante grande parte do século XX e foi redescoberta na década de 70, com a vinda da capital federal para o Brasil Central, tendo sido tombada pelo Patrimônio Histórico Nacional em 1989.
Toda cidade tem um jeito que é só seu

- debruçada sobre o Rio das Almas, Pirenópolis conservou tradições e manifestações culturais.
Preservou seu patrimônio arquitetônico de belos casarões e igrejas do século XVIII, e especialmente, sua hospitalidade e uma maneira de viver!


Respira-se bem estar de cidade pequena quando se anda por ruas de pedras iluminadas por lampiões coloniais; quando se come da cozinha regional que guarda ingredientes e antigas receitas; quando se conhece a prosa cordial dos moradores.
E se é surpreendido por uma eficiente estrutura turística: bons hotéis e variados restaurantes, pousadas charmosas e aconchegantes e uma rua dedicada ao lazer – bares com mesas ao ar livre que funcionam desde o fim da manhã até a madrugada. Cachoeiras com receptivos organizados, passeios ecológicos e de aventura.
Pirenópolis possui ainda um comércio diferenciado onde é possível encontrar objetos artesanais – tecelagem, cerâmica, máscaras das Cavalhadas, flores de papel e chitão, mandalas do Divino. Tem arte e design, além de ser centro produtor de jóias artesanais em prata. Passear por ela, ver o rio, apreciar a paisagem é estimulante e compensador.
Toda cidade tem sua vocação - e a de Pirenópolis se manifesta desde os tempos coloniais.
Ontem, entroncamento de caminhos para os que transitavam pela Estrada Real circulando ouro, mercadorias, tropas, notícias, sonhos, aventuras e conhecimento.
Hoje, recebendo um fluxo constante de visitantes de lugares vizinhos e cada vez mais distantes.
Cidade onde se realiza o intercâmbio entre tradições, valores e jeito de ser que tão bem conservou com a diversidade cultural brasileira e mundial.

Pirenópolis, revive sua vocação de ponto de trocas e encontros.




Fonte-
FOTOS: Chrys Rizzo
Matéria: Site da prefeitura municipal de Pirenópolis

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GOIÁS VELHO



Cidade de Goiás ou Goiás Velho
é um município brasileiro do estado de Goiás. Descobertas as Minas Gerais de um lado e as minas de Cuiabá, de outro, no século XVII, uma idéia renascentista (a de que os filões de metais preciosos se dispunham de forma paralela em relação ao equador) iria alimentar a hipótese de que, entre esses dois pontos, também haveria do mesmo ouro. Assim, foram intensificadas as investidas bandeirantes, principalmente paulistas, em território goiano, que culminariam tanto com a descoberta quanto com a apropriação das minas de ouro dos índios goiases, que seriam extintos dali mais rapidamente que o próprio metal. Ali, onde habitava a nação Goiá, Bartolomeu Bueno da Silva fundaria, em 1727, o Arraial de Sant'Anna.
Pouco mais de uma década depois, em 1736, o local seria elevado à condição de vila administrativa, com o nome de Vila Boa de Goyaz (ortografia arcaica). Nesta época, ainda pertencia à Capitania de São Paulo. Em 1748 foi criada a Capitania de Goiás, mas o primeiro governador, dom Marcos de Noronha, o Conde dos Arcos, só chegaria ali cinco anos depois.
Com ele, instalou-se um "Estado mínimo" e, logo, a vila transforma-se em capital da comarca. Noronha manda construir, então, entre outros prédios, a Casa de Fundição, em 1750, e o Palácio que levaria seu nome (Conde dos Arcos), em 1751. Décadas depois, outro governador - Luís da Cunha Meneses, que ficou no cargo de 1778 a 1783-, cria importantes marcos, fazendo a arborização da vila, o alinhamento de ruas e estabelecendo o primeiro plano de ordenamento urbano, que delineou a estrutura mantida até hoje.Com o esgotamento do ouro, em fins do século XVIII, Vila Boa teve sua população reduzida e precisou reorientar suas atividades econômicas para a agropecuária, mas ainda assim cultural e socialmente sempre esteve sintonizada com as modas do Rio de Janeiro, então capital do Império. Daí até o início do século XX, as principais manifestações seriam de arte e cultura, com sarais, jograis, artes plásticas, literatura, arte culinária e cerâmica - além de um ritual único no Brasil, a Procissão do Fogaréu, realizada na Semana Santa.
Entretanto, a grande mudança, que já vinha sendo ventilada há muito tempo, foi a transferência da capital estadual para Goiânia, nos anos trinta e quarenta, coordenada pelo então interventor do Estado, Pedro Ludovico Teixeira. De certa forma, foi essa decisão que preservou a singular e exclusiva arquitetura colonial da Cidade de Goiás.



TURISMO

Município Histórico, mais conhecido como Goiás Velho, foi capital do Estado, conserva mais de 90% de sua arquitetura barroco-colonial originais, graça ao tombamento, desde os anos 50, desse patrimônio arquitetônico do Século XVIII. A Cidade de Goiás é um magnífico mostruário do Brasil oitocentista. E, além disso, situa-se dentro de um cenário topográfico, singularmente bonito, dentro de um vale envolvido pelos morros verdes e ao sopé da lendária Serra Dourada. Goiás chamou-se originalmente Vila Boa. Os turistas encontram riquíssima arte sacra nas seculares igrejas e nos museus.
O município tornou-se um centro turístico e permite praticamente uma viagem no tempo do Brasil colonial. Em 2001 o Centro Histórico de Goiás foi declarado Patrimônio Mundial. Na cidade todos os anos ocorre o Festival Internacional de Cinema e Vídeo Ambiental que tem a participação de países da África, Europa, América e Ásia.



O Festival Internacional de Cinema e Vídeo Ambiental (FICA) é um festival realizado anualmente na Cidade de Goiás desde 1999. Atualmente é o maior festival cinematográfico sobre o meio ambiente. Sua realização está a cargo da Agência Goiana de Cultura Pedro Ludovico Teixeira (Agepel). Em seu primeiro ano de realização, 1999 o FICA aconteceu entre 2 e 6 de junho. Teve 154 obras inscritos, de 17 países. Dessas, foram selecionadas 37 produções (4 Longa-metragens, 12 Média-metragens e 21 Curta-metragens), de 12 países: Argentina, Áustria, Brasil, Dinamarca, Espanha, Estados Unidos, França, Holanda, Inglaterra, Moçambique, Portugal e Venezuela. Na participação Brasileira, foram selecionadas 17 obras de 8 Estados: Brasília, Goiás, Maranhão, Pernambuco, Rio de Janeiro, Santa Catarina e São Paulo

Procissão do Fogaréu: Uma das manifestações religiosas mais belas que acontecem na Cidade de Goiás anualmente é a Procissão do Fogaréu, que começa à meia noite da quarta-feira da semana santa. Neste dia, as encenações sobre a Paixão de Cristo movimentam a localidade, que acompanha tudo com devoção e certa curiosidade. A celebração, que dá continuidade a uma tradição de pouco mais de 200 anos, consiste em encenar as principais passagens bíblicas que antecedem a crucificação pelas ruas de Goiás, da qual a Procissão do Fogaréu faz parte. Nela, os farricosos, homens encapuzados com vestes coloridas, carregam tochas acesas entre as ruas escuras, representando o caminho dos romanos até o momento da prisão de Cristo. Na quinta e na sexta-feira são representados o Lava-Pés e a Paixão de Cristo, respectivamente.
A Cidade de Goiás tem em sua história e formação uma relação muito ligada às culturas Africanas e indígenas, essa relação fica ainda hoje explicita em diversas manifestações culturais por toda a cidade.

MUSEUS


• Museu das Bandeiras: funcionando na antiga Casa de Câmara e Cadeia, tem acervo com peças e mobiliário do século XVIII.
• Palácio Conde dos Arcos: tem acervo com obras do século XVIII, utensílios domésticos, pertences, artes decorativas e mobiliário dos antigos governantes.
• Museu de Arte Sacra da Igreja da Boa Morte: tem o maior acervo do escultor barroco Veiga Vale, nascido em Pirenópolis, reunindo mais de 100 peças, e também coleções de prataria. A igreja foi construída em 1779.
• Casa de Cora Coralina: museu permanente com objetos pessoais da poetisa de mesmo nome.





Fonte:
FOTOS: Chrys Rizzo
HISTÓRIA DA CIDADE - Wikipédia


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FORMOSA

Arraial de Couros foi o primeiro nome de Formosa, criada na segunda metade do século XVII, com o desdobramento do município de Luziânia, nessa época também Arraial. Sabe-se que as primeiras casas foram erguidas por negros, fugindo da febre amarela que estaria dizimando os moradores de outro Arraial, o de Santo Antônio do Itiquira, na barra do rio Itiquira com o rio Paranã.
Em 4 de outubro de 1767 o padre Antônio Francisco de Melo celebrou a primeira missa na Casa de Oração de Couros. Um marco histórico foi a instalação da Estação Fiscal Registro da Lagoa Feia, em fevereiro de 1736, por ordem do rei de Portugal temendo a evasão do ouro e o não pagamento dos tributos. Somente em 1º de agosto de 1843, o arraial foi elevado à categoria de vila, e pela primeira vez apareceu o nome Formosa: Vila Formosa da Imperatriz.
Mas, o município de Formosa só foi instalado no dia 22 de fevereiro de 1844 e seu primeiro prefeito foi o Senhor Lázaro de Melo Álvares.

Formosa tem uma área de 7854 Km2 e distanciada 90 Km de Brasília.

TURISMO



Em falar do turismo, Formosa tem diversas atrações turísticas a começar pelo famoso Salto de Itiquira que muitos turistas vêm em busca de conhecer e aproveitam ainda para conhecer os diversos outros atrativos que a cidade oferece ao turista. Formosa tem uma completa infra-estrutura, com seu povo receptivo e hospitaleiro o turista que ali visita sempre quer voltar.




CONHEÇA FORMOSA E SE ENTREGA AO MAIS BELO DA NATUREZA



Fonte:
FOTOS: Chrys Rizzo
História da cidade: site da prefeitura de Formosa
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ALTO PARAISO, UM PATRIMÔNIO NATURAL MUNDIAL





Alto Paraíso de Goiás é um município do Nordeste Goiano, localizado na Chapada dos Veadeiros, junto as outras quatro cidades: Cavalcante, Teresina de Goiás, Colinas do Sul e São João D'Aliança.







Está localizado a 230km de Brasília-DF e a 420 km de Goiânia-GO. Sua população é de 6.638 habitantes e possui uma área de 2.594 km² conforme os dados do IBGE/2007. No Município encontra-se o ponto mais alto do Planalto Central com, Pouso Alto com 1.676 metros de altura.



É reconhecida por seu valioso santuário ecológico, fauna e flora típicas da vegetação predominante, o Cerrado. Considerada um patrimônio natural mundial, pela UNESCO. Atrai turistas do mundo inteiro. Desde aqueles que buscam descanso em meio às belezas naturais e tranqüilidade junto ao astral místico que envolve a cidade, até os que estão atrás de aventuras radicais em interação com a natureza.

VALE DA LUA



Alto Paraíso também abriga o Distrito de São Jorge, há 36 km distantes. São Jorge é porta de entrada do Parque Nacional da Chapada dos Veadeiros, uma antiga vila de garimpeiros do início do século XX que hoje tem como atividade principal o ecoturismo, uma alternativa ecológica e sustentável para os moradores da região.




CONHEÇA ALTO PARAISO - O PARAISO BEM PERTO DE VOCÊ


Fonte-
FOTOS: Chrys Rizzo
Matéria: Site da prefeitura municipal de alto paraiso

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